Blog de Férias


Oi meninas e meninos que sempre passam por aqui!

Quase um ano já se passou desde a criação desse espaço saudável, e como passa rápido, né?

Mas esse blog dará uma pequena pausa, e o motivo é que as blogueiras que escrevem aqui estarão de férias desse blog por dois meses.

Voltamos em fevereiro. 

Até lá continuem relendo coisinhas muito legais que postamos aqui ao longo desse ano.

Beijos e até a volta.


Postado por Clau Finotti - Blog Força de Expressão

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Fome de afeto

"Você tem fome de que? A gente não quer só comer, a gente quer prazer para aliviar a dor (...) (...) Você tem fome de que?" Titãs Cada vez mais percebemos a comida como saciador de algo, que definitivamente não é de fome.Temos necessidade de comer para aplacar sensações de desconforto, seja ela de que origem for.Saudades, solidão, cansaço, raiva, angústia, tristeza. Posso citar várias, dos inúmeros relatos que ouço diariamente de meus pacientes. Mas fica a questão: O que faço com isso? Como identificar esses comportamentos que me agridem? Sim, pois ao comer sem ter fome, e sim por necessidade de aplacar sentimentos desagradáveis, comemos sem pensar. Nem percebemos a quantidade da comida ingerida, que na maioria das vezes são de alimentos calóricos e pobres em vitaminas.A situação é séria, pois podemos comer até não agüentarmos mais. Empanturramos-nos de comida, até que na sensação de desconforto desapareça (inútil, pois não se resolveu nada), mas a sensação é de satisfação, mesmo que momentânea. Começam a ocorrer verdadeiras orgias alimentares, ataques noturnos a geladeira, e muitas vezes seguidos de vômitos forçados.Agora é a vez da sensação de culpa aparecer, mostrar a cara, e desmascarar o que quer tanto tapar, para assim não enxergar. Podemos sim, reconhecer os mecanismos que disparam nosso desejo de comer compulsivamente, e passar a assumir o controle sobre o desejo, podendo descobrir outras maneiras de superar essas emoções, sem utilizar a comida como compensador.A gente tem fome sim, de afeto, carinho, beijos, colo, amizade, calor, satisfação, companhia, prazer, sim, temos necessidade de coisas ou situações que nos dá segurança, conforto, auto-estima. É importante desenvolver a percepção de nossos comportamentos. Parar para pensar no porque de certas atitudes, do porque precisamos nos sentir tão plenamente preenchidas pela comida.Que buraco é esse que não estou conseguindo tapar, olhar, cuidar, resolver...Comida é para nutrir, não para engordar. Silvia Luciana Kotaka - Psicóloga Clínica www.comportamentomagro.com.br
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Como melhorar sua definição muscular?

Postado por Giovana Guido

A moda hoje em dia é ficar forte e definido, ou seja: pouca gordura e muitos músculos aparentes. Porém, conseguir esse visual não é nada fácil, nem para homens, muito menos para mulheres... Ao adotar algumas estratégias nutricionais, os indivíduos conseguem um ótimo resultado visível no corpo! Confira:
1-       Treino pesado: os músculos não irão aparecer se você treinar levinho, sem aumentar os pesos com o passar dos períodos. Então, para conseguir um corpo tonificado e desenhado, treine pesado com a orientação de um bom profissional da Educação Física!
2-      Doces e Carboidratos refinados: alimentos à base de farinha branca e açúcar viram gordura corporal “na hora”, tanto para praticantes, quanto para atletas (claro, respeitando gasto calórico, genética e tipo de alimento). Mas a regra geral para melhorar sua definição é diminuir e/ou até mesmo excluir esses ingredientes de seu cardápio. Em pouquíssimos dias, você já notará diferença;
3-      Proteínas: Quem consome proteínas magras em quantidades indicadas para pessoas ativas, tem uma melhor definição e tonificação muscular, pois é a proteína que serve de substrato à fibra muscular. Detalhe: consumo diário e frequente de proteínas magras acelera o metabolismo, queimando mais gorduras;
4-     Comer de 3/3 horas: Essa prática faz com que o indivíduo coma menos em cada refeição, evitando estômago pesado, dilatação e acúmulo de gordura principalmente abdominal, além de manter o metabolismo acelerado;
5-      Sal: cuidado com o excesso de sal! Tanto o salzinho branco como os alimentos super ricos em sal e/ou sódio, causam retenção hídrica acabando com sua definição muscular! Reduza ao máximo: embutidos, queijos amarelos, comidas congeladas ou enlatadas, temperos prontos, biscoitos salgados, salgadinhos, refrigerantes, frituras, pizza e lanches, pães recheados, churrasco, etc.
6-     Álcool: Bebidas alcoólicas são calóricas e fermentam em sua grande maioria, além de tudo isso, o álcool retém líquidos no corpo, dando aspecto de inchaço se consumido com muita frequência, então, cautela ao consumir mais do que 1x/semana;
7-      Diuréticos naturais: existe a possibilidade de manipulação de fórmulas naturais à base de diuréticos. Alguns componentes, por exemplo: chá verde, cavalinha, porangaba, alcachofra, etc. Eles tiram inchaço e retenção. Porém, utilize apenas quantidades personalizadas para você. Tire as dúvidas com um nutricionista;
8-     Excessos à noite: comer muito à noite dilata estômago e intestinos, causa sensação de peso, inchaço e dificulta a digestão, causando má aparência física e maior acúmulo de gordura corporal;
9-     Intestino e rins: garanta um bom funcionamento intestinal e renal diário, afinal, intestino preso e pouca produção de urina, causa inchaço, tirando a definição abdominal.

REFERÊNCIAS:
KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.

BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.

MAUGHAN, Ronald J.; BURKE, Louise M. Nutrição esportiva. Editora Artmed, 2004.








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CAFEÍNA NO ESPORTE

Postado por Giovana Guido

Suplementos à base de ervas que prometem energia, vitalidade e emagrecimento, certamente conterão cafeína, a substância mais popularmente utilizada para essas finalidades. As maiores fontes de cafeína são o guaraná, o café, o chá verde e o branco. Por ser estimulante do sistema nervoso central, a cafeína causa esse efeito no organismo: faz com que ele trabalhe com mais afinco na hora de acelerar seu metabolismo e oxidar gorduras. Acelera batimentos cardíacos e aumenta frequência respiratória, o que deixa o indivíduo mais acelerado e bem disposto.

BENEFÍCIOS à De forma geral, a cafeína ajuda a diminuir a fadiga, o cansaço/preguiça, estimular o sistema nervoso central, aumentar mobilização e queima de gordura, melhorar a contratilidade muscular e diminuir a percepção do esforço (o indivíduo fica mais resistente);
RISCOS à A cafeína pode causar efeitos colaterais em pessoas mais sensíveis, que são: insônia, dor de cabeça, irritação no estômago e intestino e efeito diurético. Em doses muito elevadas, pode causar desidratação, diarreia, tremores e prejuízos na coordenação;
COMO TOMAR? O pico da cafeína se dá 1 hora após sua ingestão (ou seja, tomar de 50 -60 minutos antes do exercício), e as doses variam de 1-5mg por quilo de peso. O ideal é começar com uma dose pequena e aumentar aos poucos. Não é indicado ultrapassar 6mg por kg/dia. Leia o rótulo dos produtos ou tome em cápsulas para ter noção das quantidades ingeridas.
ATENÇÃO! Não tome cafeína se você:
Ø                 For hipertenso (pressão arterial alta);
Ø                 Tiver algum distúrbio cardíaco (arritmia, má-formação, etc.);
Ø                 For ansioso demais;
Ø                 Tiver insônia;
Ø                 For agitado ou muito preocupado;
Ø                 Tiver úlcera ou gastrite;
Ø                 Tiver anemia instalada ou pré-disposição para (a cafeína diminui absorção de ferro).


REFERÊNCIAS:
KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.

BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.
MAUGHAN, Ronald J.; BURKE, Louise M. Nutrição esportiva. Editora Artmed, 2004.





http://nutricionistagiovanaguido.wordpress.com

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Aprendendo a lidar com a comida

Diante desta constatação nos deparamos com uma situação conflituosa. Temos que comer, não dá para fugir, e como vou fazer? Dietas restritivas, remédios, chás, para o resto da vida? É parece que temos que encarar essa situação de frente. Temos que comer sim, e aprender a comer de forma equilibrada e saudável. Muitas vezes nos pegamos comendo mais do que seria necessário, mas dificilmente paramos para pensar no por que. Colocamos a culpa na comida que estava irresistível,na pressa ,enfim, só não paramos para analisar o porque comemos tanta comida desnecessariamente. Este aspecto é de extrema importância quando pensamos em comportamento magro. Precisamos parar e pensar: Porque comemos? Será que comemos porque tenho fome, ou porque tenho vontade de comer? Existe uma distância muito grande entre estes dois aspectos. Fome causa um mal estar, segundo relato de alguns pacientes, parece que as paredes do estomago estão encostando uma na outra. Já a vontade de comer, prevalece uma sensação de insatisfação, parece que a comida não preenche,fica uma sensação de vazio. Quando começamos a identificar esses aspectos na nossa rotina alimentar, poderemos assumir o controle da alimentação. Lembro de uma paciente que contou que colocou na porta de sua geladeira o seguinte: Não sou calmante!Ela começou a perceber que na grande maioria das vezes comia porque se sentia sozinha, ansiosa, com raiva, enfim, em função de sentimentos não resolvidos. A partir do momento que pode reconhecer esse processo, começou a lidar com suas angústias de forma mais apropriada. Aí entra o comportamento magro, se preparando para lidar com essas situações. O processo terapêutico visa instrumentalizar o cliente para que possa assumir o controle sobre sua ingesta alimentar e desenvolver um controle do seu peso. Perceber esses processos requer desejo, antes de tudo, de tirar esse peso de suas costas.
“A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer pela escada, degrau por degrau” Mark Twain Luciana Kotaka - Psicóloga clínica Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares www.comportamentomagro.com.br
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Emma eliminou 70kg


Incrível! Esta moça magra parece filha da moça obesa, 
mas elas são a MESMA pessoa, 
após uma dieta que reduziu seu peso à metade.


Leia a matéria completa no site do Globo.com

postado por Fernanda Reali

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Pesquisa comprova que Dietas Restritivas...

...são grandes erros para quem quer emagrecer.


Hoje trouxe um texto do site Sua Dieta que publica uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard e publicada pela revista inglesa, The New England Journal of Medicine, comprovando o que estamos cansadas de saber e falar por aqui, mas muitas vezes achamos melhor fazer de desentendidas e cegas e seguir o caminho que parece mais rápido, mas que nos traz um porém: quem quer emagrecer precisa apenas ter uma alimentação saudável e não excluir algum nutriente de seu cardápio de maneira drástica.


O estudo concluiu que diferentes tipos de dietas geram, em longo prazo, a mesma perda de peso. O estudo analisou 811 pessoas com IMC (Índice de Massa Corporal) entre 25 a 40 (normal a sobrepeso), durante dois anos. Os pacientes foram submetidos a três tipos de dietas diferentes: a que restringe a gordura, a que reduz carboidratos e a que retira a carne vermelha da alimentação.


O resultado mostrou que não há diferença significativa na perda de peso entre elas. “Todas as dietas com redução de calorias resultam em perda de peso, independentemente do macronutriente retirado da alimentação”, explica o Dr. Marcello Bronstein, especialista em endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP.


Portanto, apontar o carboidrato ou qualquer outro tipo de nutriente como o vilão responsável pela obesidade é um erro. Para o médico, as dietas que propõem eliminar qualquer nutriente da alimentação são “modismos, sem o menor fundamento científico, que acabam nos levando a uma concepção totalmente errônea”.


E este é somente um dos estudos que comprovam que a dieta ideal é composta pelo equilíbrio entre os diversos nutrientes. “O sedentarismo, o estresse, o consumo excessivo de álcool, o tabaco, a poluição e o sono são apenas alguns dos fatores que podem provocar obesidade”, afirma.


Segundo o Dr. Mauro Fisberg, especialista em nutrição da Unifesp, a “vilanização” de alimentos tem prejudicado a saúde da população em geral. “Nos últimos vinte anos, muitos alimentos importantes foram vilanizados. Se retirarmos tudo o que as dietas pregam, seremos obrigados a viver de fotossíntese”, brinca.


De acordo com os especialistas, o importante é atentar para a quantidade, uma vez que qualquer tipo de macronutriente ingerido em excesso pode engordar. “A massa, por exemplo, pode ser um alimento fantástico se consumida na quantidade correta”, diz Bronstein. A dica, portanto, é emagrecer mantendo uma alimentação equilibrada aliada a atividades físicas e cuidados médicos.


Crédito: http://suadieta.uol.com.br/Materias.mvc/Ver/1463



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Giuliana Lopes
www.espacodagiu.blogspot.com
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